Lilypie 1st Birthday Ticker
Terça-feira, 30 de Janeiro de 2007

28 semanas

27 semanas e 3 dias

Entramos no 3º trimestre. A partir de agora já só faltam mesmo algumas semanas. Praí umas 10, 14 no máximo.
Na semana passada comecei a trabalhar todos os dias a partir de casa. Tirando um dia ou outro com mais dores, tenho-me sentido muito bem. A continuar assim poderei adiar mais algumas semanas o pedido de baixa.
Para a semana vou estar de férias, e (espero eu) vai-me saber maravilhas poder dedicar os dias a fazer as bolsinhas com a roupa dos primeiros dias do bebé e outros preparativos. Às prestações vou começando a lavar as coisas do bebé e a guardá-las nos sítios certos.

Já não falta muita coisa nas nossas listas: o ovo já está escolhido e será oferecido pela avó paterna, ainda não nos decidimos verdadeiramente pelos intercomunicadores e como queremos amamentar a parafernália de biberões, esterilizadores, bombas, etc ainda nos deixa baralhados, mas já sabemos onde ir comprar caso a emergência apareça. Ainda nos faltam uma mochila muda-fraldas para quando sairmos com o bebé, um termómetro de ouvido e bonecos para as gengivas.
Decidimos que há algumas coisas com que só nos vamos preocupar mais tarde como a cadeira de comer, a cadeira auto (mais de 9Kg), brinquedos para o banho, pratos e colheres, copos e um carrinho de passeio.

Da lista da mãe faltam soutiens de amamentação. Mas isto é uma história complicada.
No início da gravidez foi fácil comprar soutiens, avancei para o número acima do normal e durante alguns meses tive soutiens óptimos. Mas agora a coisa está difícil. Por altura do natal fartei-me de procurar o tamanho 95C que era precisamente o único que estava sempre esgotado. Acabei por comprar um 90C e usá-lo na posição máxima, mas logo se tornou desconfortável. Depois comprei um 95D, está óptimo, embora um bocadinho grande na copa. No outro dia achei finalmente o dito 95C e comprei de amamentação um 100C, já que por todo lado aconselham que o de amamentação seja um número acima do que estamos a usar. Ora, não é que me sinto desconfortável com o 95C? Agora uso o de amamentação 100C e o normal 95D. Como tal vou continuar a adiar a compra de soutiens de amamentação, sabe-se lá a que numeração eu chego!

A entrada no terceiro trimestre fica ainda marcada por uma constipação daquelas que, concerteza, ainda me irá acompanhar pelo menos mais uma semana. Uma semana de tosse e expectoração, a pior fase possível da constipação.

E hoje começámos finalmente o curso de preparação para o parto. Para já gostámos bastante. Das coisas mais importantes que tive em conta quando pesquisei os cursos era que fossem dirigidos também aos pais e não só às mães. Na generalidade, os cursos que existem são para as mães existindo uma ou duas aulas para os pais. O que vamos fazer já foi pensado para que o pai vá a todas as sessões. A primeira sessão que nos calhou não podia ser mais apropriada, a psicóloga falou sobre o papel do pai e a fisioterapeuta abordou as lombalgias. :) Já vim para casa com mais uns exercícios, uns que consigo fazer sozinha e outros que o tiago tem de me ajudar.

Nas últimas noites tem sido mais difícil dormir, não só por causa da constipação, mas por uma dor que teimava em aparecer na barriga. Tanto doia para a esquerda como para a direita. Com a fisioterapeuta ficámos a perceber o porquê. O senhor Gabriel resolveu alojar-se todinho do lado direito, pontapés para a esquerda e rabiosque todo à direita. Vamos ter que tentar fazê-lo mudar um bocadinho de posição com umas festinhas do lado esquerdo (deve ser para ver se ele vai lá ver o que é). Mas realmente, quando pensei nisso, reparei que faço mais festinhas do lado direito, e ele deve gostar das festinhas no rabo.
O curso é acompanhado por uma psicóloga (com quem fizemos uma avaliação hoje), uma fisioterapeuta e uma enfermeira e inclui ainda o pós-parto já com os bebés.
Parece-me ser um acompanhamento mais próximo e mais preventivo do que os outros cursos que vi.

Uma das coisas que me preocupa é a depressão pós-parto, e hoje depois da conversa com a psicóloga (que pretende exactamente prevenir essas situações) vim muito mais segura. Com a sensação de ter uma rede para me apanhar na queda :)

Na mesma clínica têm aulas de baby ioga :) Ficámos os dois entusiasmados com a ideia. Veremos mais tarde se as fazemos ou não. De qualquer forma já ficámos a saber que nas sessões de pós parto está incluída uma aula de baby ioga.


27 semanas e 3 dias
Originally uploaded by Morgy.

publicado por Claudia Borralho às 14:54

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Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2007

Off-Topic

Pessoal, há um concurso fantástico ali ao lado. Não querem participar?

http://ynismon.blogspot.com/2007/01/concurso-prmios-fantsticos.html
publicado por celta às 07:48

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Terça-feira, 23 de Janeiro de 2007

sobre o CTG

Electronic fetal heart rate monitoring is used during pregnancy in the surveillance of high-risk pregnancies, and also during labour. Its use is normally limited to institutional births.
The monitoring is most commonly achieved by an external Doppler ultrasound ransducer, or by an internal (vaginal) electrode attached to the fetal scalp, after rupture of the membranes. Although the information on fetal heart rate is more accurate in the latter method than with auscultation, the interpretation is difficult; the tracings are often interpreted differently by different care-givers, and even by the same people at different times (Cohen et al 1982, Van Geijn 1987, Nielsen et al 1987).
The sensitivity of the method with respect to the detection of fetal distress is high, but the specificity is low (Grant 1989). This means that the method results in a high rate of false positive signals, and a concomitant high number of (unnecessary) interventions, especially if used in a group of low-risk pregnant women (Curzen et al 1984, Borthen et al 1989). In high-risk pregnancies and in high-risk cases during labour the method has proven to be useful and may, in addition, offer reassurance to the woman, although its use inevitably limits the woman's capacity to move about as she wishes.


Do mesmo estudo da OMS - aqui.
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publicado por Claudia Borralho às 17:11

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Recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde) no Atendimento ao Parto Normal

A) Condutas que são claramente úteis e que deveriam ser encorajadas

4. Oferecer líquidos por via oral durante o trabalho de parto e parto.
12. Fazer monitorização fetal com auscultação intermitente.
15. Liberdade de posição e movimento durante o trabalho do parto.
16. Estímulo a posições não supinas (deitadas) durante o trabalho de parto e parto.
21. Realizar precocemente contato pele a pele, entre mãe e filho, dando apoio ao início da amamentação na primeira hora do pós-parto, conforme diretrizes da OMS sobre o aleitamento materno.


B) Condutas claramente prejudiciais ou ineficazes e que deveriam ser eliminadas

1. Uso rotineiro de enema (clister).
2. Uso rotineiro de raspagem dos pelos púbicos.
3. Infusão intravenosa rotineira em trabalho de parto.
5. Uso rotineiro da posição supina (deitada) durante o trabalho de parto.


C) Condutas a ser utilizadas com precaução (Insufficient Evidence Exists to Support a Clear Recommendation)

2. Uso rotineiro de amniotomia precoce (romper a bolsa d’água) durante o início do trabalho de parto.
7. Clampeamento precoce do cordão umbilical.


D) Condutas frequentemente utilizadas de modo inadequado

1. Restrição de comida e líquidos durante o trabalho de parto.
3. Controle da dor através de analgesia peridural.
4. Monitoramento eletrônico fetal
8. Transferência rotineira da parturiente para outra sala no início do segundo estágio do trabalho de parto.*
13. Uso liberal ou rotineiro de episiotomia.

*Na MAC deve ser o único sítio em Portugal em que isto já não acontece.


A lista completa está aqui.

O documento original está aqui.
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publicado por Claudia Borralho às 16:48

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mais sobre episiotomia

O uso profiláctico/rotineiro da episiotomia continua a ser praticado frequentemente apesar da ausência de evidência científica que suporte o seu benefício. Pelo contrário, existe mesmo uma evidência clara de que a episiotomia pode trazer algumas sequelas.
Desta revisão ressalta que a episiotomia não cumpre a maioria dos objectivos pelos quais é justificada a sua utilização. Não só não diminui o risco de lesão do períneo,sob a forma de roturas de grau III e IV, como, inclusive, as suas complicações podem agravar ainda mais estas lesões. Não previne o desenvolvimento do relaxamento pélvico com também não tem impacto sobre a morbilidade ou mortalidade fetal. Na verdade, os riscos associados ao seu uso são significativos e levam-nos a ponderar se perante esta ausência de suporte cientifico é correcto praticar um acto para o qual não se encontram benefícios que o justifiquem!


EPISIOTOMIA
Uso generalizado versus selectivo

BÁRBARA BETTENCOURT BORGES, FÁTIMA SERRANO, FERNANDA PEREIRA
Serviço de Ginecologia e Obstetrícia. Maternidade Dr Alfredo da Costa. Lisboa

in ACTA MÉDICA PORTUGUESA 2003; 16: 447-454
publicado por Claudia Borralho às 16:39

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Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007

férias

O meu chefe refere-se à licença de maternidade como férias de parto...
publicado por Claudia Borralho às 13:21

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wishlist do parto

Preferia que não me marcassem uma indução de parto nem efectuassem no toque um descolamento de membranas para acelerar o processo (é possível que para o final mude de ideias em relação ao descolamento de membranas).
Gostava de ter permanentemente uma pessoa a apoiar-me, alguém que compreenda as minhas necessidades, que conheça todo o processo do parto, os seus procedimentos e me ajude a defender os meus interesses.
Preferia que fosse num local onde eu tenha um quarto só para mim, que o bebé esteja sempre comigo.
Preferia que não me colocassem cateter com soro e outras substâncias intravenosas (entre outras coisas as minhas veias entopem rapidamente e a mão e o braço ficam imediatamente muito inchados)
Gostava que não me impedissem de beber água e ingerir comidas leves (tipo uma torrada), caso tenha sede e fome.
Gostava de poder andar de um lado para o outro, tomar um banho, etc e não estar presa à cama, deitada e com um ctg permanente.
Gostava de conseguir aguentar as dores sem epidural, mas que exista a possibilidade de eu mudar de ideias e querer a epidural (dada aos 4 dedos dilatação)
Gostava que fossem feitos todos os possíveis para evitar a episiotomia.
Após o parto gostava de ter logo o bebé comigo e dar-lhe de mamar (antes de o levarem para lavar, vacinas, etc).
Gostava que a bolsa de águas rompesse naturalmente.
Indução, aumento e estimulação do parto devem ser reservados a casos de verdadeira necessidade médica (oxitocina, pictocina, rompimento da bolsa, etc).
Não cortem o cordão umbilical antes deste deixar de pulsar.
As visitas deverão ser conforme o desejo da mãe, só as pessoas que eu quiser ver, durante o tempo que eu as quiser ver, à hora que eu as queira ver.

Falámos com a médica sobre algumas destas coisas. Em relação a indução, rompimento de bolsa e episiotomia ela garantiu que são procedimentos feitos apenas em casos de necessidade médica. No entanto recusou-se a admitir que por vezes são feitos por norma e ainda acrescentou que no caso de primíparas a episiotomia é sempre efectuada*. (esperemos que a conversa seja diferente na CUF, mas duvido já que as duas médicas são da mesma geração e ex colegas).

Sobre o catéter com soro e o CTG é que a conversa foi muito deprimente. Eu compreendo os pontos de vista médicos, mas não consigo concordar em absoluto com eles.

Em relação ao soro os argumentos da médica são de que, caso aconteça alguma emergência deverá existir uma via aberta para ser mais simples, fácil e rápida a administração de qualquer substância por via intra-venosa. Diz ela que se a mulher estiver em choque é muito mais difícil encontrar a veia.
Agora pergunto eu: sabendo já por experiência que as minhas veias com catéter lá colocado entopem rapidamente, o que aconteceria se me pusessem um catéter no início do trabalho de parto e passado algumas horas algo corresse mal e tivessem realmente que utilizar o dito catéter para administração de qualquer substância e o encontrassem entupido? Será mais simples, fácil e rápido colocarem um catéter de raiz ou ter de andar a desentupir com soro ou até retirar um catéter entupido e colocar outro e procurar uma outra veia?

Sobre o CTG diz a médica que é norma colocarem as mulheres em trabalho de parto com CTG permanente. Ou seja, vais parir ficas aí quietinha, deitadinha, sem te mexeres, até a coisa evoluir. Como tal não podes andar de um lado para o outro para aliviar as dores e aproveitares a força da gravidade para que o trabalho de parto seja mais rápido.
Porquê o CTG permanente? Para monitorizar o estado do bebé.
Porque não CTG por X tempo de vez em quando? Tem de ser permanente. Porque acha que em Portugal temos a taxa mais baixa de mortalidade infantil?
Agora pergunto: Falaram-me que na MAC já têm um novo serviço XPTO que monitoriza centralmente todos os resultados de CTG das várias mulheres em trabalho de parto, mas certamente que isto não acontece em todo lado. Nos outros sítios a mulher está sozinha no quarto com o CTG ligado. Se realmente algo de grave se alterar no estado do bebé, acham que a mulher percebe e chama logo alguém?


* sempre efectuada porque pelos vistos será melhor um corte do que as fibras esticarem. Ao fim de alguns anos fibras demasiado esticadas rompem e dão-se os conhecidos casos de incontinência urinária, entre outras coisas. No entanto, no caso de segundo filho já nem sempre se faz episio exactamente porque as fibras já estão mais larguinhas...
publicado por Claudia Borralho às 10:45

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subsidios

SUBSÍDIO DE MATERNIDADE

Atribuído em situação de impedimento para o trabalho da beneficiária, por motivo de licença de maternidade, durante:

- 120 dias seguidos, 90 dos quais a seguir ao parto. Este período é acrescido de 30 dias, por cada gémeo, além do primeiro, em caso de nascimentos múltiplos. A trabalhadora pode optar por 150 dias seguidos, de licença por maternidade, sendo o acréscimo (30 dias) gozado depois do parto.
- 14 a 30 dias, conforme prescrição médica, no caso de aborto.

Em caso de risco clínico para a trabalhadora ou para o nascituro, o subsídio é atribuído antes do parto, durante o período necessário para prevenir esse risco, mediante prescrição médica.

Montante

- 100% da remuneração de referência;
- 80% da remuneração de referência, nas situações de opção pela licença de maternidade de 150 dias seguidos. No caso de nascimentos múltiplos, no período de 30 dias, acrescido por cada gemelar além do primeiro, o valor do subsídio é de 100% da remuneração de referência.

Limite mínimo: 50% do valor do Indexante dos Apoios Sociais - IAS (1).


SUBSÍDIO DE PATERNIDADE

Atribuído durante o período de licença de paternidade de 5 dias úteis, seguidos ou interpolados, a gozar no primeiro mês a seguir ao nascimento de filho.

O subsídio de paternidade é, também, concedido ao pai trabalhador, durante o período igual àquele a que a mãe teria, ainda, direito, depois do parto, nas seguintes situações:

- incapacidade física ou psíquica da mãe, e enquanto esta se mantiver;*
- morte da mãe (o período mínimo assegurado ao pai é de 30 dias);*
- decisão conjunta dos pais (a mãe trabalhadora goza, obrigatoriamente, um período de 6 semanas).

* Em caso de morte ou incapacidade física ou psíquica da mãe não trabalhadora no período de 120 dias imediatamente a seguir ao parto, o pai beneficia deste mesmo direito.

Montante

- 100% da remuneração de referência;
- 80%, nos casos em que tenha havido opção pela licença de 150 dias seguidos.

Limite mínimo: 50% do valor do Indexante dos Apoios Sociais - IAS (1).


SUBSÍDIO POR LICENÇA PARENTAL

Atribuído ao pai, nos primeiros 15 dias de licença parental, ou período equivalente, quando gozados imediatamente a seguir à licença de maternidade, paternidade ou licença de 5 dias úteis.

Montante

100% da remuneração de referência.


SUBSÍDIO POR RISCOS ESPECÍFICOS

Atribuído por motivo de protecção da saúde e segurança das beneficiárias grávidas, puérperas e lactantes, contra riscos específicos por exposição a agentes, processos ou condições de trabalho ou por prestação de trabalho nocturno, desde que se prove a impossibilidade de o empregador evitar os referidos riscos.

É concedido pelo período necessário para evitar a exposição aos riscos.

Montante

65% da remuneração de referência.
publicado por Claudia Borralho às 10:27

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ficar em casa

Já temos declaração da médica para ir pedir baixa, mas vamos aguentar mais algum tempo. Há férias marcadas para fevereiro e queremos pelo menos chegar a essa meta.
publicado por Claudia Borralho às 10:22

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coincidências

Na festa da Matilde havia muitos bebés, muitos meninos e algumas grávidas. Havia um bebé de um mês chamado Leonardo e o papá do Leonardo andou comigo na escola. Reconheceu-me ele e eu lembrei-me do nome :)
Das grávidas havia lá uma com mais ou menos o mesmo tempo que eu (tem 24/25 semanas) e anda com um menino dentro da barriga, um Gabriel!
publicado por Claudia Borralho às 10:17

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Gabriel - 25 / 4 / 2007
Nasceu a 25 de Abril de 2007 às 40 semanas e 2 dias com 3450gr e 50cm com Apgar 10 logo ao 1º minuto! :D

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