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Quarta-feira, 4 de Abril de 2007

37 semanas - CTG + consulta

O CTG
A enfermeira Filomena estava a ficar desesperada com o mexilhão que eu tenho dentro da barriga. Não havia forma de o apanhar! Lol! Chegou a andar com a sonda pela barriga toda e nada de coração do gabriel. Ela lá dizia: ai este dançarino!
Eventualmente comi uma barrita de cereais e tive de ficar muito quietinha numa posição altamente desconfortável para ver se o senhor gabriel não se mexia muito.

A Consulta
O CTG está óptimo, zero contracções* e o miúdo está muito bem.
A tensão está boa (110 / 77) e o peso idem (63,5Kg). Como entretanto já temos consulta combinada na CUF já só devo voltar à médica depois do parto (15 dias depois do parto).


*eu não dizia que o miúdo não está com vontade de sair?
publicado por Claudia Borralho às 17:08

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Segunda-feira, 12 de Março de 2007

O primeiro CTG

Ontem aqui a tontinha, não sabe bem como, mas desiquilibrou-se, tropeçou, escorregou, enfim caiu redonda no chão. Felizmente, e também sem saber como, dei a volta e em vez de cair de barriga, cai de rabo. Não houve sangue, nem perda de líquidos, nem dores e o puto parecia continuar a mexer-se, mas mesmo assim lá fomos nós a correr pró hospital para ver se estava tudo bem. Lá me inspeccionaram o colo do útero (está formado, era o que o médico dizia, considerando o desconforto eu diria que está fechadissimo). Ligaram-me de barriga para cima ao CTG e lá fiquei um bocado mais de meia hora. Tão desconfortável aquilo, estava a ver que nunca mais acabava. O que vai animando é o barulhinho dos cavalos de corrida que é o coração do Gabriel. O Gabriel também não gostou nada do CTG. Os primeiros minutos então era vê-lo a empurrar a sonda com toda a força que tinha. Fazia-me um alto enorme na barriga a empurrar a sonda, a sonda com isto ficava cheia de interferência e eu só me dava vontade de rir, o que provocava ainda mais interferência na sonda.
Enfim... com o CTG tudo bem, depois esperámos mais um bocadinho e fomos fazer uma eco. O médico para variar lá teve que se queixar que o nosso sacaninha não gostava nada dele ;) O importante é que estava tudo bem. Tudo bem com a placenta e tudo bem com o miúdo, que de acordo com o médico tem óptima vitalidade.
Hoje o tiago fica em casa a tomar conta de mim. A ver se a tonta não cai outra vez e para garantir que eu fico em repouso. Estamos em modo vigilância para ver se surge algum problema em função da queda.
publicado por Claudia Borralho às 11:54

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Terça-feira, 23 de Janeiro de 2007

sobre o CTG

Electronic fetal heart rate monitoring is used during pregnancy in the surveillance of high-risk pregnancies, and also during labour. Its use is normally limited to institutional births.
The monitoring is most commonly achieved by an external Doppler ultrasound ransducer, or by an internal (vaginal) electrode attached to the fetal scalp, after rupture of the membranes. Although the information on fetal heart rate is more accurate in the latter method than with auscultation, the interpretation is difficult; the tracings are often interpreted differently by different care-givers, and even by the same people at different times (Cohen et al 1982, Van Geijn 1987, Nielsen et al 1987).
The sensitivity of the method with respect to the detection of fetal distress is high, but the specificity is low (Grant 1989). This means that the method results in a high rate of false positive signals, and a concomitant high number of (unnecessary) interventions, especially if used in a group of low-risk pregnant women (Curzen et al 1984, Borthen et al 1989). In high-risk pregnancies and in high-risk cases during labour the method has proven to be useful and may, in addition, offer reassurance to the woman, although its use inevitably limits the woman's capacity to move about as she wishes.


Do mesmo estudo da OMS - aqui.
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publicado por Claudia Borralho às 17:11

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Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007

wishlist do parto

Preferia que não me marcassem uma indução de parto nem efectuassem no toque um descolamento de membranas para acelerar o processo (é possível que para o final mude de ideias em relação ao descolamento de membranas).
Gostava de ter permanentemente uma pessoa a apoiar-me, alguém que compreenda as minhas necessidades, que conheça todo o processo do parto, os seus procedimentos e me ajude a defender os meus interesses.
Preferia que fosse num local onde eu tenha um quarto só para mim, que o bebé esteja sempre comigo.
Preferia que não me colocassem cateter com soro e outras substâncias intravenosas (entre outras coisas as minhas veias entopem rapidamente e a mão e o braço ficam imediatamente muito inchados)
Gostava que não me impedissem de beber água e ingerir comidas leves (tipo uma torrada), caso tenha sede e fome.
Gostava de poder andar de um lado para o outro, tomar um banho, etc e não estar presa à cama, deitada e com um ctg permanente.
Gostava de conseguir aguentar as dores sem epidural, mas que exista a possibilidade de eu mudar de ideias e querer a epidural (dada aos 4 dedos dilatação)
Gostava que fossem feitos todos os possíveis para evitar a episiotomia.
Após o parto gostava de ter logo o bebé comigo e dar-lhe de mamar (antes de o levarem para lavar, vacinas, etc).
Gostava que a bolsa de águas rompesse naturalmente.
Indução, aumento e estimulação do parto devem ser reservados a casos de verdadeira necessidade médica (oxitocina, pictocina, rompimento da bolsa, etc).
Não cortem o cordão umbilical antes deste deixar de pulsar.
As visitas deverão ser conforme o desejo da mãe, só as pessoas que eu quiser ver, durante o tempo que eu as quiser ver, à hora que eu as queira ver.

Falámos com a médica sobre algumas destas coisas. Em relação a indução, rompimento de bolsa e episiotomia ela garantiu que são procedimentos feitos apenas em casos de necessidade médica. No entanto recusou-se a admitir que por vezes são feitos por norma e ainda acrescentou que no caso de primíparas a episiotomia é sempre efectuada*. (esperemos que a conversa seja diferente na CUF, mas duvido já que as duas médicas são da mesma geração e ex colegas).

Sobre o catéter com soro e o CTG é que a conversa foi muito deprimente. Eu compreendo os pontos de vista médicos, mas não consigo concordar em absoluto com eles.

Em relação ao soro os argumentos da médica são de que, caso aconteça alguma emergência deverá existir uma via aberta para ser mais simples, fácil e rápida a administração de qualquer substância por via intra-venosa. Diz ela que se a mulher estiver em choque é muito mais difícil encontrar a veia.
Agora pergunto eu: sabendo já por experiência que as minhas veias com catéter lá colocado entopem rapidamente, o que aconteceria se me pusessem um catéter no início do trabalho de parto e passado algumas horas algo corresse mal e tivessem realmente que utilizar o dito catéter para administração de qualquer substância e o encontrassem entupido? Será mais simples, fácil e rápido colocarem um catéter de raiz ou ter de andar a desentupir com soro ou até retirar um catéter entupido e colocar outro e procurar uma outra veia?

Sobre o CTG diz a médica que é norma colocarem as mulheres em trabalho de parto com CTG permanente. Ou seja, vais parir ficas aí quietinha, deitadinha, sem te mexeres, até a coisa evoluir. Como tal não podes andar de um lado para o outro para aliviar as dores e aproveitares a força da gravidade para que o trabalho de parto seja mais rápido.
Porquê o CTG permanente? Para monitorizar o estado do bebé.
Porque não CTG por X tempo de vez em quando? Tem de ser permanente. Porque acha que em Portugal temos a taxa mais baixa de mortalidade infantil?
Agora pergunto: Falaram-me que na MAC já têm um novo serviço XPTO que monitoriza centralmente todos os resultados de CTG das várias mulheres em trabalho de parto, mas certamente que isto não acontece em todo lado. Nos outros sítios a mulher está sozinha no quarto com o CTG ligado. Se realmente algo de grave se alterar no estado do bebé, acham que a mulher percebe e chama logo alguém?


* sempre efectuada porque pelos vistos será melhor um corte do que as fibras esticarem. Ao fim de alguns anos fibras demasiado esticadas rompem e dão-se os conhecidos casos de incontinência urinária, entre outras coisas. No entanto, no caso de segundo filho já nem sempre se faz episio exactamente porque as fibras já estão mais larguinhas...
publicado por Claudia Borralho às 10:45

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