Lilypie 1st Birthday Ticker
Segunda-feira, 5 de Março de 2007

diga 33

Chegamos às 33 semanas. A barriga cresceu literalmente da noite para o dia. Ontem acordei com o umbigo a doer de esticado e o tiago a reclamar que dormiu com uma perna de fora por falta de espaço.
Pela primeira vez vi as minhas mãos inchadas e tive que me socorrer de sabão para conseguir tirar a aliança (mas hoje já voltei a colocá-la).
Hoje é o primeiro dia de repouso, começa hoje a minha baixa até ao parto. E ainda bem, depois de vários dias com as dores de costas a atacar, ontem deixaram-me totalmente de rastos, e só me levantei graças às massagens do tiago (só por isto já valeu a pena o curso de preparação).
Preocupa-me o não saber como entreter os meus dias, mas ao mesmo tempo tenho uma lista bem grande de coisas a resolver, fraldas e roupinhas para passar a ferro, a mala da maternidade, reorganizar o nosso quarto, pilhas de roupa para lavar, livros para ler, andar a pé...
publicado por Claudia Borralho às 12:10

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Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2007

para a posteridade


Este comentário da barrita tinha de ficar registado para a posteridade.
Até agora posso não ter tido enjoos, azia, edema ou insónias, mas ganho o prémio das dores nas costas :)
publicado por Claudia Borralho às 11:00

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Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2007

a sara pergunta

Mas o que é que te dói concretamente?
Eu que estou de 24 semanas o que me custa é o trabalho em casa, porque já fico um bocado cansada e então estar de pé, fazer cama, cozinhar, etc, já se torna um tormento, mas quero adiar a ida para casa para o mais tarde que puder.


Pois sara, digamos que estamos exactamente ao contrário. O trabalho de casa já é bastante cansativo (e às vezes também se torna um tormento), mas se passo o dia a cozinhar, a lavar e estender roupa, etc acho perfeitamente normal ter algumas dores ao final do dia ou mesmo durante o dia (afinal estamos a fazer trabalho físico e a exigir um bocado de nós). Não é isso que me incomoda.

Tenho imensas dores de estar sentada à secretária com o computador à minha frente, durante todo o dia. As dores começam logo de manhã e vão aumentando de intensidade. Quando me levanto para ir à casa de banho ou dar uns passeios à hora de almoço, não sinto dores. Mas assim que me volto a sentar à secretária elas voltam como se nunca tivessem desaparecido.
Há dias melhores, outros piores. Nos melhores as dores só se tornam insuportáveis depois de almoço.

Há uns tempos atrás (ainda antes da infecção nos rins) comecei a trabalhar alguns dias a partir de casa. Era óptimo, em casa era raro ter dores e trabalhava muito bem. No entanto agora, apesar dos dias em casa serem melhores* que os no escritório, tenho à mesma imensas dores se estiver sentada à secretária em frente ao computador.

E sim eu tento manter a melhor posição possível, elevar os pés em cima de uma caixote e uso uma almofada de apoio lombar. Quem como eu tem dores nas costas desde as 5 semanas já experimentou de tudo. E não, também não vale a pena tomar uns benurons porque é o tipo de dores que só passa com anti-inflamatórios.


*e é óbvio que são melhores porque em casa fico uma hora ao computador e levanto-me e vou pôr a louça na máquina, mais uma hora ao computador e aproveito para ir dar um passeio. Depois se calhar levo o computador para o sofá e fico numa posição diferente. Isto não é possível no escritório.


(repostado dos comentários porque achei que deveria ficar aqui)
publicado por Claudia Borralho às 14:45

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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2007

as alegrias da gravidez ;)

Das coisas mais maravilhosas que existe na gravidez é a possibilidade de sentirmos o bebé a mexer dentro de nós. Às vezes se me mexo mais bruscamente* e me doi qualquer coisa, ou se me dou conta que fiquei demasiado tempo numa má posição**, peço logo ao miúdo que dê um sinal da sua existência. Ele obedece e eu fico muito mais descansada :)
Ora hoje o sacaninha resolveu estar hiper activo, e para ajudar à festa as dores nas costas aumentaram de intensidade.

* como virar-me deitada da esquerda para a direita sem pausar cada pequeno movimento arrastado, tem que ser tudo feito um movimento de cada vez e devagar, é sempre a virar para a direita que me posso aleijar (uma vez senti-me nitidamente a esmagar uma parte da barriga com outra e doeu imenso), nunca dei conta de dores a virar para a esquerda.

** como ficar demasiado tempo de barriga para cima e pernas levantadas para tentar aliviar dores nas costas
publicado por Claudia Borralho às 12:14

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Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2007

24 semanas


24 semanas
Originally uploaded by Morgy.

Deitei-me no sofá para tentar minimizar as dores nas costas e descubro que já não me consigo levantar de lá sozinha...

Na passagem de ano, ao olhar para o espelho vejo que o umbigo começou a esticar... e eu que não queria que ele saisse para fora.
publicado por Claudia Borralho às 13:05

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Quarta-feira, 27 de Dezembro de 2006

O segundo trimestre

Todos os sites, todos os livros, todos os "especialistas" podem discordar em muitos aspectos da gravidez, mas num costumam estar de acordo. O 2º trimestre é o tal estado de graça. A barriga não é muito grande e ainda não incomoda, temos mais energia, dormimos bem, os enjoos foram embora e não andamos sempre a correr para fazer mais um xixi.
Bullshit! Pelo menos para mim o 2º é bem pior que o primeiro. Para começar tive a bela da infecção acompanhada de cólicas renais. As dores nas costas estão ainda piores, agora acompanhadas pela dor na costela (ou costelas). Amanhã recomeço o trabalho e estou mortinha de medo de como me vou sentir. Se antes as dores pareciam controladas em casa e insuportáveis no trabalho, imagine-se agora que me doi em casa. Qualquer saída é uma chatice, não consigo estar sentada uma refeição inteira sem me começar a doer as costelas e as costas. Viagens de carro de duração superior a uma hora são impossíveis.
Descobrir que os meus intestinos estão comprimidos pelo útero e alojados cá em cima junto às costelas e saber que a dor nas costelas de um dos lados pode ser uma acumulação de gases causada pela pressão do útero. Para ajudar à festa começar a tomar ferro extra (para além da dose que já está no multivitaminico) e saber que isso ajuda a criar obstipação. Felizmente para já tenho conseguido fazer todos os dias, mas de cada vez está tão rijo como se não fizesse à dois dias...
Dormir também é um problema. Enquanto tive as cólicas renais compramos um segundo colchão mais fofinho para colocar por cima do nosso que é ortopédico e rijo. O objectivo era minimizar as dores das cólicas e conseguir dormir. Resultou. Também já tinha lido que colchões ortopédicos e logo mais rijos podem provocar mais dores nas costas. No entanto depois de várias semanas o tal colchão mais fofinho já lá tinha duas covas do sítio onde dormimos, para além de que a cama fica muito mais alta e já tenho dificuldades a deitar-me e levantar-me. Resolvi experimentar tirar e ver se conseguia voltar a dormir com o colchão normal. Nem duas horas aguentei... lá tivemos que andar a desfazer e a voltar a fazer a cama à meia noite. Para conseguir dormir já uso uma segunda almofada mais uma almofada daquelas que também são usadas para a amamentação e que me apoia o corpo todo (foi uma prenda de natal, uma grande surpresa e chegou mesmo em boa hora). Começa a haver falta de espaço naquela cama, e mesmo assim passo a maior parte da noite acordada. A virar-me dum lado para o outro e a reajustar as almofadas, a levantar-me várias vezes para fazer xixi, a simplesmente não dormir por causa das dores.
Cada vez estou mais convencida de que venho mais cedo para casa.
As coisas boas do 2º trimestre: senti-lo a mexer-se, reconhecer as suas rotinas, ficar na ronha na cama por que sei que ele acorda pouco depois de mim e faz a sua ginástica matinal.
E apesar de tudo adoro a minha barriga e adoro estar grávida, vá-se lá perceber...
publicado por Claudia Borralho às 13:57

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Quarta-feira, 15 de Novembro de 2006

hoje temos consulta

e infelizmente o pai não pode ir connosco :(
Vamos pesar-nos (ui, que acho que engordei mais do que devia!), medir a tensão, ouvir o teu bater de coração e queixar-nos (outra vez!) das dores nas costas e nas costelas.
Pois nas costelas!
As dores nas costelas batem as das costas aos pontos! Apesar de me parecer muitissimo cedo para isso, estou cada vez mais convencida que as minhas últimas dores são todas o puto com falta de espaço. Só as tenho do lado esquerdo, e ainda ontem estive a escutar o miúdo com o doppler e do lado esquerdo era uma rebaldaria, uma autêntica festa de pontapés e cambalhotas.
Olha lá oh puto, a mãe já te explicou que tens de abrir espaço para fora!!!!
publicado por Claudia Borralho às 09:47

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Segunda-feira, 30 de Outubro de 2006

da conversa com a médica

Boletim de grávida? Devia? Ah se calhar devia. Procurou nas gavetas todas mas de momento não havia.
Nota-se que não é coisa de muita importância, pelo menos não na opinião da minha médica. Para a próxima pode ser que já haja boletins.

Um grande ralhete por eu não tomar benuron para ajudar a constipação a passar. Ainda por cima calhou na conversa eu estar com uma dor de cabeça de todo o tamanho e uma pontinha de febre. Enfim, o benuron não faz mal nenhum! Tome benuron! (eu continuo reticente à toma de medicamentos, mesmo dos que "não faz mal nenhum")

Dores nas costas. Ai mas tenho más notícias para si, vai piorar!!! (olha a novidade...) E também lhe doi deitada? Ah pois, que passamos à fase de não conseguir dormir com dores, o melhor remédio continua a ser o banho de imersão quente.
Vai tomar vitamina B. Três vezes ao dia! Ao pequeno-almoço, ao almoço e ao jantar. (entretanto eu começo a sentir-me como uma velhota com os medicamentos sempre a trás e a tomá-los a todas as refeições...)

Cintas. Isso ainda é muito cedo! Também me parecia que sim. Mas pode usar se quiser.

Miopia e parto. (devido a chegarem-me aos ouvidos diversos casos de miopia e necessidades de cesariana, resolvi tirar a dúvida) Miopia? Isso é com o glaucoma. Miopia só naqueles casos muito graves e sempre com glaucoma associado. É devido ao esforço do parto que cria descolamento da retina.

E esqueci-me de perguntar do peso... fica para a próxima pesagem a 15 de novembro.

Ah e para a semana vou fazer o rastreio bioquimico. Dizem que é fiável a partir das 15 semanas e tenho de o fazer num centro especializado em genética, chama-se joaquim qualquer coisa. Alguém fez o rastreio aqui?
publicado por Claudia Borralho às 11:47

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Terça-feira, 24 de Outubro de 2006

14 semanas

Crown to rump, your baby is around 3 and a half inches / 9 centimetres long and weighs one and a half ounces / 43 grams. The body is now growing faster than the head. This week, its parchment-thin skin covers itself with lanugo (ultra-fine, downy hair that usually disappears before birth). Though eyebrows are beginning to grow and the hair on top of the head is sprouting, this hair may change in both texture and colour after birth.

About now, the fetus can grasp, squint, frown, and grimace. It may even be able to suck its thumb. Researchers believe these and other movements probably correspond to the development of impulses in the brain.


in babycentre.co.uk


Estou tão ansiosa pela ecografia. Quero ver como está, se está bem, se pula e dá pontapés, se cresce bem porque eu continuo sem engordar. É esta quinta. Faltam dois dias. Parece que quanto mais próximo estamos mais difícil é a espera.

As dores cá continuam. Sabem o que é levantar às 7 da matina a um sábado porque não se consegue dormir com dores? Quieta não existe posição possível, tenho de me levantar, mexer. Fui e tomei um banho quente que é das melhores coisas para fazer desaparecer a dor.

Na sexta falamos com a médica. Sobre a eco e o rastreio bioquimico. Sobre as dores nas costas, sobre cintas, sobre o cansaço e "eu não devia ter um boletim de grávida?".

Já criei uma aversão ao trabalho. Ou melhor ao escritório. A esta cadeira, esta secretária e este computador. Tenho um caixote do lixo debaixo da secretária para ter os pés para cima já desde as 6 semanas. É óbvio que não ajuda.
Já há pouca coisa que me falta experimentar. Encomendei um daqueles saquinhos com sementinhas que se aquecem no microondas para ver se isso alivia. Espero que venha depressa.

Estou a ponderar comprar uma cadeira igual à que tenho em casa para trazer para aqui. Mas as variáveis são tantas que até tenho medo de experimentar. Porque pode ser mais uma coisa que não funciona.

Resta a esperança que as dores melhorem em vez de piorar.
publicado por Claudia Borralho às 12:46

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Sexta-feira, 20 de Outubro de 2006

Desabafo

Porque nem tudo é bonito e florido, estas coisas também têm que ficar registadas.
Dores e mais dores nas costas. Sempre que estou sentada na minha secretária do trabalho. Imparáveis e sempre presentes.
Esta semana trabalhei dois dias em casa. Não sei se é da secretária ser mais alta, se o assento ser diferente, se me mexo mais, se estou em melhor posição ou se é da sesta que durmo quando chega a exaustão. A verdade é que os dias que estive em casa foram optimos, produzi mais em dois dias do que nos últimos dois meses, só no final do segundo dia é que senti uma pontinha de dor nas costas. Foi só isso uma pontinha. Nem chegou a incomodar.
Ontem já não me deixaram ficar em casa. Muitas dores nas costas. Idas à casa de banho para me estender no chão.
Hoje o dia não começou bem, e eu bem sei como o nosso estado de espírito pode influenciar estas coisas. As costas começaram a doer ainda de manhã. Só me apetecia chorar. Não propriamente das dores mas porque me fazem sentir incapaz.
À hora de almoço as lágrimas chegaram a cair. Escondidas atrás do computador a ver se ninguém nota. Experimentei mudar a posição do computador para ver se melhorava.
Nada. Tudo na mesma.
De tarde não fiz grande coisa, como aliás já é hábito... Quem consegue trabalhar com dores constantes? Contei os minutos até poder sair.
Quando finalmente cheguei a casa deitei-me a chorar. Nem conseguia parar. Palpita-me que ainda vão chegar mais crises de choro.
Segunda feira vou ficar a trabalhar em casa. A chefinha torceu muito o nariz mas lá disse que sim.
Sobre as dores nas costas a minha médica para já disse-me para aguentar, que ainda vão ficar piores à medida que a barriga cresce e o centro de gravidade muda. Sugeriu que experimentasse uma almofada no trabalho.
Já experimentei. Primeiro trouxe uma almofada de casa, era muito grande, nem espaço sobrava para me sentar. Depois fui comprar uma almofada pequenita. Incomoda-me mais a almofada do que não ter lá nada.
Também acho que no meu caso a cinta ou cinto não deve resolver nada. É suposto ajudar a suportar o peso da barriga e as minhas dores nas costas, para já não devem ser devidas a isso. A barriga já se nota mas ainda é bem pequenina, e eu desde as 5 semanas que me doem as costas...
publicado por Claudia Borralho às 19:27

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