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Terça-feira, 29 de Maio de 2007

cesarianas

Algo de errado se passa com as mulheres e certamente com os médicos deste país.
Quase todas as gravidezes que acompanhei terminaram em cesariana, sendo que apenas uma era uma cesariana programada.
Quer-me parecer que é um misto de as mulheres terem falta de confiança na sua capacidade de parir e o medo que os médicos têm do suposto risco clínico (e também não deve ajudar fazerem-se induções quando o corpo da mulher ainda não está preparado para isso, sejam elas às 37 ou às 39 semanas).

E quanto mais cesarianas acontecem à minha volta mais eu penso num "será que" no nascimento do gabriel...


E já agora, muitos parabéns à tatas, a última das gravidezes que acompanhava junto com a minha. Bem-vindo Vasco :D
publicado por Claudia Borralho às 23:45

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Sexta-feira, 25 de Maio de 2007

Essenciais (da gravidez, parto, pós parto, amamentação e bebé) cont

- Creme anti-estrias
Para tentar que não apareçam qualquer creme serve. O importante é manter a pele sempre hidratada. Eu experimentei três: creme gordo (15€ / 17€) até aos 5 meses e depois mustela(22€) e o anti-estrias da palmer´s (9€ / 10€). Fiquei fã da linha da palmer´s. Compram-se no supermercado e são de longe a solução mais barata. Têm a grande vantagem de não serem gordurosos e não manchar a roupa e vêm com doseador :)

- Faixa pós parto
É um item que gera alguma polémica, colocar não colocar, ajuda muito, fica-se sem barriga, os músculos deixam de funcionar... enfim. O que posso garantir é que se fizerem cesariana é um item essencial, é passar de andar toda torta e com grande dificuldade a direita e sem grandes dores.
publicado por Claudia Borralho às 23:26

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Essenciais (da gravidez, parto, pós parto, amamentação e bebé)

- Soutiens de amamentação Cantaloop
À venda em farmácias, custam entre 25€ e 30€, são em microfibra e esticam, o que os torna muito confortáveis, não apertam o peito e servem desde o final da gravidez até à subida do leite. São os meus soutiens de amamentação mais confortáveis.

- Almofada de amamentação
Daquelas fofinhas tipo ferradura, com recheio de esferovite tipo pufe. Servem para a mamã dormir confortável enquanto está grávida, são um conforto para dar de mamar, principalmente quando se fez cesariana e custa muito ter o peso do bebé na barriga, e ainda servem de pufe para os bebés dormirem confortáveis e enroscadinhos. Há à venda na bebéconfort e custam cerca de 50€.

- Sling
Tenho uma da Rosa Pomar e experimentei ainda um tricotti. A minha sling da Rosa Pomar é dos meus items favoritos. Ando com o bebé para todo o lado e ao mesmo tempo tomo o pequeno almoço, lavo roupa, dou comida aos gatos, faço o almoço, estou aqui a escrever este post... e nada acalma mais o bebé como vir para a sling, ter uma chupeta na boca e a mãe cantar-lhe um bocadinho.
Só é pena não conseguir tomar banho e dormir com o bebé na sling ;)

- PureLan, Bepanthene, Cicamel, Avent Nipple Soothing, Lansinoh...
Cremes de lanolina ou cremes cicatrizantes, qualquer destes não é necessário limpar da maminha antes de dar de mamar. Para lembrar: colocar logo desde a primeira vez que a boca do bebé toca no mamilo. Não fazer como eu que achei que até não doia assim tanto e quando dei por isso tinha feridas que me doiam como tudo!

- Discos de hidrogel (Aquamed ou Chicco)
Experimentei os dois e gosto mais dos da chicco. São um bocadinho caros, mas convém tê-los logo à mão para o caso de ficarem com feridas nos mamilos. Não há nada pior que estar cheia de dores e ter de andar a correr farmácias à procura disto.
O aquamed trás 8 discos e custa cerca de 10€, à venda em farmácias também o encontrei na área de saúde do modelo.
A embalagem da chicco trás 10 discos e custa entre 17€ e 22€, à venda em farmácias e lojas da chicco (na farmácia é onde é mais barato).

- Almofada de sementes
Daquelas que se aquecem no microondas. São uma maravilha para aliviar as dores nas costas, por exemplo.

- Espreguiçadeira para banho do bebé
A melhor solução é a da bebéconfort e custa cerca de 30€. É um descanso para dar banho ao bebé, seja na banheirita dele, seja junto connosco. A que temos foi emprestada - para a próxima não esquecer de comprar :)

- Esterilizador a vapor
Apesar de não usarmos biberons o esterilizador funciona cá em casa pelo menos duas vezes por dia (esterilizamos a seringa para dar o colimil e as chuchas). O que temos também foi emprestado - como tal para a próxima não esquecer de comprar.
É óbvio que podiamos esterilizar as coisas numa panela com água a ferver, mas provavelmente entre dar colo ao bebé não o conseguiamos fazer e é um descanso abrir a tampa, colocar as coisas, a água, carregar no botão e ir embora.


Mais à medida que me for lembrando.
publicado por Claudia Borralho às 11:25

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Sexta-feira, 4 de Maio de 2007

O parto*


à tua espera
Originally uploaded by Morgy.

*ou a remoção cirúrgica do pequeno parasita

Eu nunca gostei muito da ideia do miúdo poder nascer no 25 de abril. Um feriado é um feriado e ele devia ter um dia só dele. Enfim manias. Mas acima de tudo queria que fosse ele a escolher o seu dia de nascimento. Esta deve ser das principais razões porque uma indução me pareceu sempre uma ideia estranha.
O nascimento é suposto ser espontâneo e não uma coisa marcada.
Não há qualquer dúvida de que o Gabriel queria mesmo nascer naquele dia.

No final do dia 24 eu sentia-me óptima e ainda sem perceber muito bem se o rolhão mucoso estava realmente a sair aos poucos. Sentei-me no sofá antes de ir fazer o jantar e calhou o miúdo estar muito mexido na barriga e eu ter o telemóvel mesmo ali ao lado.
Foi a única vez que consegui filmar a barriga aos pulos :) Ia ser o meu post do 25 de abril, dois vídeos da barriga em ebulição.
A noite revelou-se agitada. O Gabriel mexia-se muito dentro da minha barriga, eu não estava a conseguir dormir e sentia-me algo estranha. Estava meio acordada por volta das 5h30 da manhã quando pensei muito rápido: eu não acredito, vão-me rebentar as águas!
Levantei-me logo e quando cheguei à casa de banho já as cuecas estavam um bocadinho molhadas. Sentei-me na sanita e aquilo ia saindo aos jactos.
Levantei-me mas não havia forma de aquilo parar, ora pingava, ora escorria-me pelas pernas abaixo, ou saia mais um jacto!
Já havia líquido amniótico por todo lado. A minha preocupação foi ver se o líquido era clarinho e se não tinha um mau cheiro. Estava à espera dum cheiro tipo esperma, mas aquilo não me cheirava a nada. Era água e parecia ter alguns floquinhos brancos.
Eventualmente consegui desencantar um penso higiénico na outra casa de banho e umas cuecas limpas.

Tive tempo de ir acordar o tiago que ainda meio a dormir me pergunta: estás a gozar?. Disse-lhe que me sentia bem e ia tentar dormir mais um bocado antes de irmos para o hospital. Afinal o líquido era clarinho e eu não sentia contracções nenhumas, não valia a pena ir a correr. Fui buscar um resguardo para a cama e deitei-me.
Levantei-me logo a seguir, a excitação era muita. Finalmente estava algo a acontecer e o Gabriel queria nascer. E logo no 25 de abril, caramba!
Disse ao tiago que afinal já não conseguia dormir e fui tomar um duche. Ainda tinha esperanças de não ir perder muito mais líquido e conseguir ir apresentável para o hospital.
Nunca demorei tanto tempo para me vestir. Os pensos higiénicos empapavam a uma velocidade astronómica. Molhava as cuecas todas e tentava substituir por outras, estava a ver que não ia conseguir vestir-me. Nos entretantos o tiago levou as malas para o carro.

Eventualmente lá consegui vestir-me e render-me as evidências de que ia molhar-me toda. Fui comer qualquer coisa, já sabia que tão cedo ninguém me ia dar de comer.
Com mais um resguardo extra no assento do carro lá seguimos para o hospital.

As urgências estavam desertas. Nunca tinha visto aquilo assim. Eram cerca das 7h30.
Examinaram-me, confirmaram a ruptura de bolsa, que o líquido era claro (se bem que em casa cheguei a ver um bocadinho cor de rosa) e que tinha colo permeável a 1 / 2 dedos.
Já estava com contracções de 3 em 3 minutos, mas não totalmente regulares. O que era preocupante é que ninguém encontrava a análise ao strep B.

Levaram-me para um quarto e colocaram o catéter na mão e ligaram o CTG. Passava pouco das 8h. A partir de agora ia ficar deitada e quietinha na mesma posição durante imenso tempo... Colocaram-me soro, antibiótico (por causa da ruptura da bolsa e não se descobrir a análise do strep B) e mais tarde uma mistura com a bela da ocitocina para me regular as contracções. E ainda me vieram tirar sangue para análises. Acompanharam-me a enfermeira Célia e a Drª MCS (e o feliz que eu fiquei quando a vi entrar no quarto, a Drª MCS era a minha primeira escolha para ser acompanhada ali na CUF e já que o meu médico estava de férias, não me podia ter calhado ninguém melhor).

Os resultados das análises revelaram que já tinha aumento de glóbulos brancos no sangue por causa da ruptura de bolsa, isto colocava um prazo muito real para o parto acontecer.
As horas lá foram passando, ora me baixavam a dose de ocitocina porque as minhas contracções eram boas, ora vinham dar-me mais outra dose de antibiótico, ora faziam um toque e verificavam que continuava tudo na mesma - 1 a 2 dedos de dilatação.
As auxiliares já deviam estar fartas de mim... estava sempre a chamá-las para fazer xixi. Lá vinha a arrastadeira e tinham que me levantar porque deitada não conseguia fazer nada.

As dores sinceramente não custaram assim tanto. Eram como dores menstruais (que eu não costumo ter). Mas passavam rapidamente e os 3 minutos de intervalo davam imenso tempo para descansar (não estou a gozar, havia alturas em que eu até pensava que já há imenso tempo que não vinha a dor). A Drª e a Enfª perguntavam-me se eu não queria a epidural. É que ainda havia a hipotese de a epidural poder ajudar a fazer a dilatação.

Como o tempo ia passando a Drª acabou por me aumentar a dose de ocitocina e dessa forma aumentar a intensidade das contracções. Depois de 10h de trabalho de parto começava a custar. As contracções estavam hiper regulares e com uma duração maior. Eu estava a ficar cansada e já sabia que ia acabar tudo em cesariana.

Às 16h lá pedi a epidural. Já estava convencida que ia fazer cesariana. O prazo para as coisas avançarem eram as 17h30 e eu continuava com os 2 dedos de dilatação. A Drª disse logo, isto agora vai ter que avançar 5 dedos numa hora (não é que fosse impossível, mas muito improvável).

Levar a epidural não custou nada. O mais difícil é mantermo-nos naquela posição com os joelhos bem para cima e ter uma barriga gigante pelo caminho. O que é verdadeiramente horroroso é colocarem a algália. Foi o que mais me custou de todo o parto.
Depois da epidural fiquei deveras bem disposta. LOL As dores aguentam-se bem, mas realmente não há nada como não as sentir hehe!

Esperamos mais algum tempo e um pouco antes das 18h lá veio a Drª fazer o último toque. Ela olha para o CTG e diz: humm contracções excelentes! mas depois vê que está tudo na mesma. Ainda os 2 dedos. Diz a Drª este bebé deve ter circulares ou então o cordão é muito curto, está a defender-se e não desce. Vamos logo para cesariana.

O ambiente no bloco era animado. Falava-se das férias. De ir para Aruba ou para o México. Eu sentia-me feliz, tinha um grande sorriso na cara, o Gabriel ia finalmente nascer.
Fiquei numa posição tipo cristo, deitada e com um braço esticado para cada lado. Dum lado os soros, antibióticos, ocitocina, ritmo cardíaco... do outro pressão arterial. Injectaram-me a dose cavalar de epidural e se antes me conseguia mexer e só sentia a dormência nos pés, agora não sentia e não mexia absolutamente nada.

Lá começam a mexer e às tantas ouço a Drª ai este bebé não saia mesmo de outra maneira. Perguntei se tinha o cordão à volta do pescoço (como tinhamos visto na eco). Dizem-me que não, que estava no ombro, assim tipo à tiracolo. Estava todo enrolado no cordão, várias circulares foi o que referiram mais tarde.
Logo logo, mostram-mo por cima do pano. Estava com um ar zangado, muito vermelho e ainda com uns bocadinhos de vérnix. Até chorei de felicidade. 18h24. Nisto a Drª já estava a dizer, vão lá dizer ao pai que já nasceu.

Passado algum tempo pedi para saber o Apgar, e dizem todos é 10, é 10! O neonatologista ainda diz que era 20! Que se pudesse em vez de 10 era 11. Tiraram-me a placenta. Não vi nada, mas percebi logo o que era. Os comentários eram todos: olha só, velhissima! Depois lá me continuaram a aspirar e cozer. Ainda demorou um bocado. O anestesista perguntava-me se estava bem. Continuava a sorrir e a conversar sobre as férias. Olhava para o ecran da minha pressão e via que estava boa. Rondou sempre os 10/6.

Quando tudo terminou é que me comecei a sentir estranha. Tremia por todo lado, sentia toda a zona direita do meu corpo paralizada. Nem conseguia respirar pela narina direita. Mas isso agora fica para outro post.


horas de vida
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publicado por Claudia Borralho às 14:12

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Quinta-feira, 19 de Abril de 2007

tudo na mesma, como a lesma

Os dias começam a custar. Não é tanto a ansiedade de que toda a gente me fala, é o aborrecimento. Não acontece nada. Não aparece nenhum sinal de que alguma coisa possa acontecer. Nada de nada. Isto causa uma frustração tremenda.
Para ajudar à festa chegam os telefonemas preocupados e bem intencionados da família e amigos. Tenho que passar os dias a repetir ao telefone: não, ainda não nasceu, estou bem, não se passa nada. Nada, não se passa nada.

Continuo sem perceber o que são contracções, sejam elas de braxton hicks ou the real thing. Passo os dias a apalpar a barriga a tentar perceber se se passa alguma coisa. Agora está rijo, hummm mas se calhar não é rijo o suficiente, epá que peso, que pressão aqui, deve ser só o bebé... enfim, não se passa nada.
De rolhão mucoso também não vejo nada... é obrigatório que sai sempre antes?

Amanhã lá vamos para mais um CTG e consulta. Eu passo os dias dividida entre aceitar a data de indução proposta pelo médico ou tentar negociar outra, uns dias ou uma semana mais tarde. Dividida porque, se por um lado não quero fazer indução, por outro quero o gorducho cá fora. Por um lado pesam-me todos os pros e contras de uma indução, por outro um medo enorme que aconteça alguma coisa ao miúdo nestes últimos dias.

E depois ainda vem aquele sentimento de fracasso. Cheguei até aqui e agora não consigo pôr o miúdo cá fora... Tretas, tretas, fizemos um bochechudo tão giro aqui dentro da barriga, se for preciso obrigá-lo a sair, olha paciência. O importante é ele estar bem. Mas mesmo assim parece que o meu corpo não sabe o que é para fazer agora.

Na semana passada ainda fantasiava com a ideia de ir à consulta e descobrir-se que afinal o colo já estava não sei quantos dedos dilatado e que eu até já tinha contracções certinhas. Agora já estou sempre à espera do: colo fechado, nada de contracções. Nada. É que não se passa nada!
publicado por Claudia Borralho às 12:06

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Terça-feira, 6 de Março de 2007

Fascinating Fact

"In the Huichol tribe of Mexico, the presence of the baby's father [during labour] may be required so that a string can be tied round his testicles on which the woman can pull as each contraction mounts to a peak of pain."
- Rediscovering Birth, Sheila Kitzinger.

Descobri no babycentre
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publicado por Claudia Borralho às 12:32

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Quinta-feira, 1 de Março de 2007

Am I in real labor or false labor?

Quiz:

http://pregnancy.about.com/library/quiz/blfalselaborquiz.htm
publicado por celta às 12:32

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Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2007

lua 2

Curioso como a lua cheia vai ser a 2 de abril e eu tive um sonho com o nascimento a 3 de abril... :) esperar para ver.
publicado por Claudia Borralho às 13:11

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Lua

Depois de uma breve consulta em:

http://www.moon-phases.net/calendar/index.php?month=4&year=2007

Cheguei à conclusão que a criança irá nascer, segundo a tradição popular, ou no dia 10 de Abril, dia 17 de Abril, dia 23 de Abril ou dia 1 de Maio.

Claro que para mim a criança nasce quando quiser, mas veremos se a tradição não se engana...

Update:

Espreitem ali ao lado este concurso:

http://ynismon.blogspot.com/2007/02/novo-concurso.html

É para tentar adivinhar a data de nascimento do Gabriel... E tem prémios e tudo...
publicado por celta às 12:54

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dicas para o parto

Em conversa no messenger com um recém pai...

O recém pai - Então é assim, quando começares a fazer força FAZ COCÓ! Estás a perceber?
Tens de fazer exactamente como se fosses fazer cocó, vais sentir como se o cocó estiver a sair mas não, é o bebé.


Eu - sim isso é o que dizem os livros

RP - Pois, mas as mulheres no momento ficam com medo de fazer cocó e então fazem mal a força.

Eu - até é costume sentires vontade de fazer cocó, quando é altura do puto sair

RP - E É, é mesmo isso, mas MUITAS mulheres com medo de fazer cocó deixam de fazer força.
Tu vais dominar, a L só teve de fazer força três vezes comigo a dizer "faz cocó L, faz cocó".



:D hehe
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publicado por Claudia Borralho às 11:20

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