Lilypie 1st Birthday Ticker
Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007

Estaleiro

A mãe está no estaleiro da febre. O Pai foi levar a criança à creche e o carro começou a engasgar-se a meio caminho. Vá lá, ainda conseguiu lá chegar mas depois do carro parado à frente da creche já só saiu de reboque... o reboque, 3 horas atrasado, distribuidor novo e menos 40 euros não interessam para nada, que interessa é que o miúdo chegou lá ;)
publicado por celta às 12:44

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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

O Mau pai

Sou eu! Aparentemente tenho uma atroz falta de paciência para a pestezinha. É a vingança das avós a fazer o seu efeito. Isto é, eu não me importo de dar banho ao miúdo, trocar a fralda ou dar-lhe de comer. Até mesmo de passar tempo com ele não me custa...mas apenas até certa altura... quando ele entra naquele estado de "preciso de um exorcista" como constata um filme ali abaixo, rapidamente fico cansado com dores e a sentir-me velho e incapaz. Os guincho e gritinhos da peste primeiro ainda me afectavamum bocadinho, mas agora nem tanto. Aquela actividade toda que parece ter saído de um rendez-vou com caféina do miúdo é que esgota rapidamente. Claro que eu também sempre fui umapessoa com a necessidade de ter tempo para mim e só para mim,mas isso é algo que embora eu ainda tente ter, acabo porme sentir culpado ao ver que ela não tem e não para um segundo de trabalhar. Por vezes quero ajudar mas simplesmente não consigo...

 

Perguiça, velhice...

publicado por celta às 11:15

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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2007

Dia a dia

Não tem sido fácil tratar das pestezinhas lá de casa. Ás vezes perco a calma como atesta a mossa na parede do quarto ao tentar levar o berço para a sala. Mas apesar de tudo há uma coisa nova que faz com que um dia de trabalho se torne mais fácil. Os sorrisos com que sou presenteado de manhã ou a ao chegar a casa, tornam um dia difícil sempre o novo melhor dia da minha vida.

É dificil conciliar as nossas tarefas do dia-a-dia com a presença do sapinho (para o pai). Fazer compras ainda acaba por ser o mais fácil dependendo do estado de humor do macaquinho (para a mãe).

A Mãe essa anda cansada. Reafirmo as vezes que forem precisas que ela só vai descansar quando for trabalhar, por muito deprimente que isso seja. Os sonos continuam a ser o mesmo martírio de sempre. Mesmo eu que pouco tempo passo com a criança me sinto quase que desesperado quando a peste não dorme (Nem quero imaginar como a mãe se sente). Somos capazes de estar uma semana a insistir em uma rotina para ele dormir... mas basta às vezes uma visita ou presença de amigos ou avós para ele não querer dormir e termos o caldo entornado. Claro que eu com isto não estou a dizer para não aparecerem lá por casa... isto é algo que faz parte. As avós aos poucos e poucos lá se vão apercebendo das dificuldades que enfrentamos. Deixarmos a criança a chorar(entenda-se berrar) uns 5 ou 10 minutos no colo delas ajudou a perceberem que nem tudo é sorrisos.

Entretanto comecei a "treinar" a criança em beijinhos. A princípio ele achava muito estranho eu dar-lhe muitos beijinhos, mas agora eu rio-me para ele depois de uma sessão de vários beijinhos na cara e ele ri-se de volta! ;)

E Como vão poder constatar ali em baixo nas fotos, ele anda todo "fashion" com o seu lenço na cabeça. As fotos não são as melhores devido a usar o telemóvel. Com ele temos de tirar fotos rápidas ou então nada feito...



publicado por celta às 09:11

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Segunda-feira, 18 de Junho de 2007

Paternidade I

Estou a atravessar uma fase de maior trabalho na empresa. Torna-se muito difícil conciliar o tempo de trabalho que me obriga a feriados e fins-de-semana estar afastados deles.



No entanto nem tudo são coisas más. Parece que a criança apercebeu-se dos meus horários acrescidos e agora já costuma estar bem disposto ao final do dia, quando me presenteia com os seus lindíssimos sorrisos.



Ontem fomos ver a avó paterna que teve direito a ser a segunda pessoa a dar biberão(de leite materno) à criança. A baba era tanta que a criança deve ter bebido tanto de leite como de baba. A Avó até se esqueceu de almoçar...







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publicado por celta às 16:37

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Sábado, 9 de Junho de 2007

Sobre a Paternidade



O primeiro mês foi sem dúvida maravilhoso. Uma vez que tive o privilégio de o poder passar em exclusivo com o eles os dois. Nas primeiras 3 semanas fiz tudo. Não estou a exagerar, fiz tudo menos dar de mamar. Dei banho troquei todas as fraldas menos a primeira de todas... Mas vamos começar do início...

Noite de 24 para 25:


Deixei-me dormir a ver televisão. Adormeci por volta das 4h00 para ser acordado por volta das 5h30 por ela a dizer que lhe tinham rebentado as àguas. Como qualquer pai a minha resposta foi: "Estás a brincar?". O Espanto inicial foi substituido por uma certa alegria por FINALMENTE a peste vir cá para fora. Ela disse que ainda ia tentar dormir mas a excitação era grande e foi apenas tomar um duche. Pensei também em dormir um pouco mas também eu fui assolado pela excitação pré-paterna e dei por mim a preparar as coisas e a colocá-las no carro para ir para o hospital e a dar comida aos gatos enquanto dava os parabéns ao Lyra que fazia nesse mesmo dia 1 ano de vida.
Chegamos às 07h11 como o ticket do parque indica (voltarei ainda a falar deste ticket). Ás 08h00 já estávamos no quarto à espera da criança. 8 horas passadas com dores, contracções e overdose de oxitocina; quando a Ali-Bábá diz a palavra mágica: "I want drugs". Fui corrido pelo anestesista para a encontrar pouco depois com o melhor sorriso desde antes da gravidez. Drogas são porreiras! Pelo meio de tudo isto recebo os telefonemas da praxe das avós-to-be em que desculpei a ausência dela à mãe dela com um simples ela está a tomar banho (verdade - tinham rebentado as àguas e ela estava toda "lavada") e à minha mãe disse-lhe apenas que ìamos hoje às compras (verdade também - tínhamos pensado em ir nesse dia feriado às compras). Basicamente menti-lhes com quantos dentes tinha e não me arrependo uma vez que elas faziam questão de ligar TODOS os dias na esperança de nos apanharem em trabalho de parto. Tudo porque lhes avisamos previamente que só iríamos ligar depois de a peste estar cá fora, para muito descontentamento delas.

17h50: A Médica constatou que depois de 10 horas de trabalho de parto ela apenas passou de 1 dedo de dilatação para 2 dedos (eram necessários 10!). Cesariana.


18h00: Levam-na para o bloco de partos onde me dizem que a anestesia demorava 20 minutos a fazer efeito pelo que eu podia ir dar uma volta. Fui lanchar. Não sabia quando voltaria a poder comer pelo que fui ler o jornal na cantina.


18h15: Fui para o Berçario onde 5 minutos depois veio uma auxiliar minorca dar-me os parabéns. Mais 5 minutos volvidos e vejo pela primeira vez a criatura que me mudou a vida. Calminho, pequenino e eu com receio de lhe pegar ao colo.


18h30: Família reunida. Com mais ou menos problemas, mas nada de novo a contar que ela já não tivesse contado.
Adormeci por volta das 23h00 cansado. Fui acordado algures de noite por ela a perguntar-me se eu queria mudar a fralda. Eu cheio de sono à espera de um cagalhão que se visse deparo com um caramelo preto. Disse-lhe claramente: "ESTA muda tu que eu não consigo". Foi a única fralda que me recusei a mudar como seria de esperar. Afinal, se eu limpo o rabiosque dos meus outros dois "filhos" peludos, não haveria de mudar da minha mais recente pestezinha? Antes dessa noite ainda tive oportunidade de ligar às avós em horário propositadamente escolhido para que não houvesse tentações de visitas nesse mesmo dia. Começou aqui a nova alcunha das avós - As Bruxas.

Dia 26
Visitas que não tinhamos pedido surgem. O dia perfeitamente normal de uma criança de 1 dia e de pais de 1 dia também. Centenas de SMS's enviados e recebidos. Saí no final desse dia depois de pagar pelo ticket de estacionamento 11,40 euros. No feriado nada se pagava, mas o dia 26 esqueci-me e o carro pagou um dia inteiro. Ainda antes disso a novidade da criança ainda afectou alguns ânimos. Uma das avós fez um comentário que em outro dia qualquer seria perfeitamente inócuo mas que dada a circunstância ainda fez a recém-mamã verter algumas lágrimas. Foi aqui que começo a minha versão "paninhos quentes". A outra avó depois de um par de meses antes ter-se queixado da minha avó insistir em pegar o meu irmão ao colo com 4 meses, e ele durante os dias seguintes chorou com sonos desregulados. Acreditam que a primeira coisa que essa avó disse quando viu a criança a dormir foi: "Posso pegar-lhe?". Resposta pronta: "Não!" Fui dormir a casa onde alimentei gatos de comida e mimos e escrevi aqui a novidade natalícia. Pouco dormi.

Dia 27
A mãe não dormiu quase nada. A criança precisou de consolo constante durante a noite, obrigando-a a pedir uma chucha que não queríamos usar. A Avó anteriormente referida falou comigo ao telefone efectuando mais alguns comentários que embora pacíficos para mim, se ela os ouvisse a reacção seria semelhante à do dia anterior. Disse à recem-mamã que ia falar qualquer coisa com a enfermeira e pirei-me para telefonar à avó. Acabei por dizer às 2 avós de uma forma muito sucinta que quando viesse fazer visitas vinham lá só para ver e ouvir. Mais nada. Comentários ficavam lá fora. Ali dentro era só para ver e ouvir.

Dia 28
Regresso a casa. Avisamos que no fim-de-semana não queríamos visitas e cumpriram. Correu muito bem. Estivemos bem organizados e demos conta do recado sozinhos. Ela no sábado não saiu do quarto. Saía da cama para a cadeira de amamentação ou para a casa de banho apenas. No Domingo obriguei-a a sair do quarto. Disse-lhe para ir ler os blogs à net, mas ela disse que não dava para levar o berço para escritório. Lembrei-a da alcofa portátil e lá foi... consegui tirá-la do quarto.

3 semanas seguintes
Tudo fiz menos dar de mamar. Gostei muito e cada vez que tinha de me ausentar era atacado por saudades da nossa pestezinha. Considerando a quantidade de fraldas que troquei acho que tive muita sorte. Apenas fui presenteado com 2 chichis de mangueira à solta prontamente debelados e um cocó "sui generis". Tinha ele o rabiosque assado e uns pedaços de cocó secos quando peço a ela para acender a luz de cima... pego noutra toalhita e nesse intervalo ele desata a borrar-se todo para o chão para o trocador. Pensamento rápido e coloquei a minha mão à frente do rabiosque dele para acabar com o espalhar desenfreado de fezes. Depois de tudo terminado limpo tudo e reparo que para juntar à festa, a peste ainda tinha mijado a própria cara... Tudo porque demorei mais tempo que o normal. Habitualmente mudo uma fralda (com despir e vestir roupa, cremes e toalhitas incluído) em menos de um minuto.

4ª semana
Nada fiz. Propositadamente. Aproximava-se o dia que ela iria ficar sozinha e era necessário que ela ganhasse experiência no assunto. Ajudei sempre que me foi pedido no entanto.

De volta ao trabalho
Muitas saudades da peste pocaião que só faz pocaía. Cansado com falta de ritmo de trabalho. comecei a trabalhar em horário nocturno com as manhãs livres o que me permitiu ver os primeiros sorrisos dele (Ele só costuma estar bem disposto de manhã). No dia 1 de Junho, Após a mamada matinal ela deitou a criança como era habitual na cama entre nós os dois. Desta vez não acordei, e ele começou a fazer uns: "ah!" até eu acordar. Abro os olhos e digo "Olá bebé!" e ele ri-se de boca toda aberta... No dia seguinte, sábado, a mesma dose mas eu ao telefone com a minha mãe a contar-lhe o episódio do dia anterior e ela diz ao telefone: "Mas ainda é muito cedo para ele fazer esses sons. Normalmente..." O nosso filhote interrompeu-a com os seus sonoros "ah's" só que desta vez fez muitos seguidos mostrando à avó (que ouviu tudo pelo telefone) que ela estava enganada!

Hoje
Já segura muito bem a cabeça e tem muita força nos braços e pernas para orgulho babado dos papás. Anseio pela hora de chegar a casa para estar com eles...
publicado por celta às 11:18

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Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007

subsidios

SUBSÍDIO DE MATERNIDADE

Atribuído em situação de impedimento para o trabalho da beneficiária, por motivo de licença de maternidade, durante:

- 120 dias seguidos, 90 dos quais a seguir ao parto. Este período é acrescido de 30 dias, por cada gémeo, além do primeiro, em caso de nascimentos múltiplos. A trabalhadora pode optar por 150 dias seguidos, de licença por maternidade, sendo o acréscimo (30 dias) gozado depois do parto.
- 14 a 30 dias, conforme prescrição médica, no caso de aborto.

Em caso de risco clínico para a trabalhadora ou para o nascituro, o subsídio é atribuído antes do parto, durante o período necessário para prevenir esse risco, mediante prescrição médica.

Montante

- 100% da remuneração de referência;
- 80% da remuneração de referência, nas situações de opção pela licença de maternidade de 150 dias seguidos. No caso de nascimentos múltiplos, no período de 30 dias, acrescido por cada gemelar além do primeiro, o valor do subsídio é de 100% da remuneração de referência.

Limite mínimo: 50% do valor do Indexante dos Apoios Sociais - IAS (1).


SUBSÍDIO DE PATERNIDADE

Atribuído durante o período de licença de paternidade de 5 dias úteis, seguidos ou interpolados, a gozar no primeiro mês a seguir ao nascimento de filho.

O subsídio de paternidade é, também, concedido ao pai trabalhador, durante o período igual àquele a que a mãe teria, ainda, direito, depois do parto, nas seguintes situações:

- incapacidade física ou psíquica da mãe, e enquanto esta se mantiver;*
- morte da mãe (o período mínimo assegurado ao pai é de 30 dias);*
- decisão conjunta dos pais (a mãe trabalhadora goza, obrigatoriamente, um período de 6 semanas).

* Em caso de morte ou incapacidade física ou psíquica da mãe não trabalhadora no período de 120 dias imediatamente a seguir ao parto, o pai beneficia deste mesmo direito.

Montante

- 100% da remuneração de referência;
- 80%, nos casos em que tenha havido opção pela licença de 150 dias seguidos.

Limite mínimo: 50% do valor do Indexante dos Apoios Sociais - IAS (1).


SUBSÍDIO POR LICENÇA PARENTAL

Atribuído ao pai, nos primeiros 15 dias de licença parental, ou período equivalente, quando gozados imediatamente a seguir à licença de maternidade, paternidade ou licença de 5 dias úteis.

Montante

100% da remuneração de referência.


SUBSÍDIO POR RISCOS ESPECÍFICOS

Atribuído por motivo de protecção da saúde e segurança das beneficiárias grávidas, puérperas e lactantes, contra riscos específicos por exposição a agentes, processos ou condições de trabalho ou por prestação de trabalho nocturno, desde que se prove a impossibilidade de o empregador evitar os referidos riscos.

É concedido pelo período necessário para evitar a exposição aos riscos.

Montante

65% da remuneração de referência.
publicado por Claudia Borralho às 10:27

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