Lilypie 1st Birthday Ticker
Quarta-feira, 31 de Outubro de 2007

diarreias e vomitados

Anda (andou) lá pela creche um viruzito de diarreias e vomitados. Ao falar disto com a pediatra ela já sabia claro! Parece que anda a visitar muitas criancinhas.

O nosso bicharoco tem andado resistente* (diz a pediatra que é das protecções do leite materno), mas ontem já fez uma diarreiazita. Eu creio que será apenas um incidente isolado (até porque os meninos que estiveram doentes já estão todos a voltar curados de casa), mas não esperei e dei-lhe logo papa de arroz ao jantar. Até ver não houve mais caganeira.

De acordo com a pediatra o que se deve fazer nestes casos é o seguinte:
1. Dieta (incluir arroz não só na sopa do bebé como também papa de arroz)
Eu acrescentaria ainda a banana como fruta, mas ela não falou disto.
2. Ultra levur (pode tomar dois por dia)
3. Ir à pediatra (não só para se perceber a gravidade da situação como para avaliar a perda ou não de peso)

Eu acrescento no fim, dar-lhe água. Para prevenir a desidratação.


*Foi dos únicos a resistir, na semana passada dos quase 20 meninos daqueles dois berçários, só lá estava ele e mais uns dois bebés.
publicado por Claudia Borralho às 12:03

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Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

mais das fraldas

Esqueci-me de referir mais uns pormenores e agora a ler os comentários do outro post é que me lembrei.
É uma pena as Dodot Etapas não terem bandas elásticas, acho que é essa a principal diferença entre deixarem escapar os cocós ou não. Provavelmente as Activity já terão? Mas são mesmo muito caras, tão caras que nem tenho coragem de as experimentar.
As Huggies têm elástico num dos lados (não sei se é atrás se à frente), as do Continente têm os elásticos atrás e à frente o que torna o ajuste perfeito.
Nas do Pingo Doce gosto dos autocolantes serem mesmo autocolante como as das Dodot, nas do Continente os adesivos não são tão bons.
publicado por Claudia Borralho às 10:32

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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

Fraldas

As fraldas são caras. Não só são caras como vêm em pacotões enormes e nem sempre sabemos muito bem o que vai sair dali.
Eu ando sempre a experimentar fraldas novas (o que vale é que o puto não se queixa).

Fraldas nº1 - 2Kg a 5Kg
Quando ele nasceu, as melhores fraldas de todas eram as do hospital. Eram uma marca de prematuro, a embalagem dizia "até 3 Kg", mas ao Gabriel que nasceu com quase 3,5Kg serviam-lhe muito bem. Quando estas se acabaram começamos a usar das que tinhamos comprado previamente.
Tinhamos um pacote de Huggies Primeiros Dias e três pacotes de Recém-Nascido Carrefour, e ainda umas amostras de Dodot Recém-Nascido.
O problema de todas eram ser enormes, tão grandes que me parecia sempre que eu pegava no miúdo e a fralda lhe caia. As melhorzitas (mais pequeninas) eram as Huggies, e também as mais baratas (mais baratas até que as do Carrefour.
As do Carrefour têm o recorte para o umbigo, mas eram mais rijas, muito largas e pouco compridas. E sinceramente, para que me serve o recorte do umbigo se tenho sempre que dar a dobra à fralda na mesma?
As Dodot absorviam muito bem os cocós líquidos, mas eram grandes, muito grandes. E carissimas... quase o dobro do preço das Huggies.

Fraldas nº2 - 3Kg a 6Kg
Depois as Huggies ficaram esgotadas em todo lado. Lá acabamos o stock de Carrefour e depois estava na altura de passar às nº2.
Experimentamos Huggies, Dia/MiniPreço e Dodot. Não gostamos destas Huggies, das do Dia também não - a diferença de preço não é significativa e são basicamente iguais às Huggies, talvez um pouco mais rijas.
Ganharam as Dodot, embora o cocó líquido do bebé escapasse todos os dias para fora.

Fraldas nº3 - 4Kg a 10Kg
Já tinhamos uns pacotões de Dodot nº3 compradas numa daquelas feiras do bebé. Quando as nº2 começaram a deixar de servir, passamos às nº3. E lá voltamos a procurar por fraldas boas e mais baratas.
Já experimentamos Huggies, Dia/MiniPreço, Continente, Pingo Doce e Dodot.
As Dodot são as mais caras de todas. Têm a vantagem de ser bastante molinhas e fininhas. Absorvem bem o xixi, mas o cocó mais líquido ou mais pastoso teima em sair para fora.
As Huggies são muito pequeninas, minúsculas mesmo, são giras com os bonecos do Pooh, o cocó não sai tanto para fora, absorvem bem o xixi, mas ficam um pouco húmidas por fora. As do Dia/Minipreço, Continente e Pingo Doce todas resistem aos xixis e cocós. As do Dia  são granditas e um pouco rijas, as do Pingo Doce também são um bocadito rijas, mas têm aquela mariquice para ver se a fralda já está ou não cheia de xixi e são as mais baratas de todas (9,47€ - 88 fraldas).
Finalmente as minhas favoritas são as de marca Continente, o preço 11,99€ por 88 fraldas é mais ou menos o mesmo preço das Huggies e um pouco mais baratas que as Dodot. São as mais molinhas de marca branca.

Certamente no futuro vamos continuar entre Pingo Doce e Continente.

E vocês? Que fraldas usam e quanto custam?
publicado por Claudia Borralho às 10:45

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Terça-feira, 10 de Julho de 2007

mijão, porcalhão

Ainda ontem pensava em como nunca mais tinha acontecido uma mijadela. Já há mais de um mês que não haviam acidentes.
Ontem levei com uma.
Hoje já foram 3 e mais uma cagadela.

Às sete da manhã, ainda eu totalmente zombie, quando dou por isso lá está a mangueira em acção e venha uma muda de roupa.
Ao meio dia depois de mamar 50 min e fazer uma das suas mega cagadas sonoras eu bem olhei para aquela piloca e pareceu-me mijadoura. Voltar a tapar com a fralda. Decidir arriscar e limpar a "explosão de cor e alegria". O puto apanhou-se mais arejado e toca de abrir a torneira.
Bem... afinal até não foi muito mau, o resguardo ainda está usável e tudo. Mais uma muda de roupa, rabo limpinho e já que está despido e bem disposto aproveito para lhe pôr creme que ontem foi o pai que lhe deu banho e nunca trata destas mariquices.
Terminamos a sessão de massagem e quando dou por isso já está a mangueira à solta outra vez. Molhou tudo o que havia para molhar, até fui dar com uma poça de xixi por baixo do trocador almofadado.
Puto no chão em cima de um resguardo de emergência. Lá andei a limpar tudo, chão, embalagens de toalhitas, mudador, trocar resguardos, lavar a chucha que caiu ao chão.
Entretanto o puto segue a sua demanda porcalhona e já está o resguardo do chão com uma cagadela. Felizmente esta das pequenas. Aproveito para substituir o saco do lixo que já estava a abarrotar e agarro num saquito novo e reparo, já com ele na mão, que está a pingar do último mijo. Ai ai...
Agora está finalmente limpinho e com mais uma roupa lavada, deitadinho a dormir.
Que porcalhão pá!
publicado por Claudia Borralho às 13:54

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Sábado, 9 de Junho de 2007

Sobre a Paternidade



O primeiro mês foi sem dúvida maravilhoso. Uma vez que tive o privilégio de o poder passar em exclusivo com o eles os dois. Nas primeiras 3 semanas fiz tudo. Não estou a exagerar, fiz tudo menos dar de mamar. Dei banho troquei todas as fraldas menos a primeira de todas... Mas vamos começar do início...

Noite de 24 para 25:


Deixei-me dormir a ver televisão. Adormeci por volta das 4h00 para ser acordado por volta das 5h30 por ela a dizer que lhe tinham rebentado as àguas. Como qualquer pai a minha resposta foi: "Estás a brincar?". O Espanto inicial foi substituido por uma certa alegria por FINALMENTE a peste vir cá para fora. Ela disse que ainda ia tentar dormir mas a excitação era grande e foi apenas tomar um duche. Pensei também em dormir um pouco mas também eu fui assolado pela excitação pré-paterna e dei por mim a preparar as coisas e a colocá-las no carro para ir para o hospital e a dar comida aos gatos enquanto dava os parabéns ao Lyra que fazia nesse mesmo dia 1 ano de vida.
Chegamos às 07h11 como o ticket do parque indica (voltarei ainda a falar deste ticket). Ás 08h00 já estávamos no quarto à espera da criança. 8 horas passadas com dores, contracções e overdose de oxitocina; quando a Ali-Bábá diz a palavra mágica: "I want drugs". Fui corrido pelo anestesista para a encontrar pouco depois com o melhor sorriso desde antes da gravidez. Drogas são porreiras! Pelo meio de tudo isto recebo os telefonemas da praxe das avós-to-be em que desculpei a ausência dela à mãe dela com um simples ela está a tomar banho (verdade - tinham rebentado as àguas e ela estava toda "lavada") e à minha mãe disse-lhe apenas que ìamos hoje às compras (verdade também - tínhamos pensado em ir nesse dia feriado às compras). Basicamente menti-lhes com quantos dentes tinha e não me arrependo uma vez que elas faziam questão de ligar TODOS os dias na esperança de nos apanharem em trabalho de parto. Tudo porque lhes avisamos previamente que só iríamos ligar depois de a peste estar cá fora, para muito descontentamento delas.

17h50: A Médica constatou que depois de 10 horas de trabalho de parto ela apenas passou de 1 dedo de dilatação para 2 dedos (eram necessários 10!). Cesariana.


18h00: Levam-na para o bloco de partos onde me dizem que a anestesia demorava 20 minutos a fazer efeito pelo que eu podia ir dar uma volta. Fui lanchar. Não sabia quando voltaria a poder comer pelo que fui ler o jornal na cantina.


18h15: Fui para o Berçario onde 5 minutos depois veio uma auxiliar minorca dar-me os parabéns. Mais 5 minutos volvidos e vejo pela primeira vez a criatura que me mudou a vida. Calminho, pequenino e eu com receio de lhe pegar ao colo.


18h30: Família reunida. Com mais ou menos problemas, mas nada de novo a contar que ela já não tivesse contado.
Adormeci por volta das 23h00 cansado. Fui acordado algures de noite por ela a perguntar-me se eu queria mudar a fralda. Eu cheio de sono à espera de um cagalhão que se visse deparo com um caramelo preto. Disse-lhe claramente: "ESTA muda tu que eu não consigo". Foi a única fralda que me recusei a mudar como seria de esperar. Afinal, se eu limpo o rabiosque dos meus outros dois "filhos" peludos, não haveria de mudar da minha mais recente pestezinha? Antes dessa noite ainda tive oportunidade de ligar às avós em horário propositadamente escolhido para que não houvesse tentações de visitas nesse mesmo dia. Começou aqui a nova alcunha das avós - As Bruxas.

Dia 26
Visitas que não tinhamos pedido surgem. O dia perfeitamente normal de uma criança de 1 dia e de pais de 1 dia também. Centenas de SMS's enviados e recebidos. Saí no final desse dia depois de pagar pelo ticket de estacionamento 11,40 euros. No feriado nada se pagava, mas o dia 26 esqueci-me e o carro pagou um dia inteiro. Ainda antes disso a novidade da criança ainda afectou alguns ânimos. Uma das avós fez um comentário que em outro dia qualquer seria perfeitamente inócuo mas que dada a circunstância ainda fez a recém-mamã verter algumas lágrimas. Foi aqui que começo a minha versão "paninhos quentes". A outra avó depois de um par de meses antes ter-se queixado da minha avó insistir em pegar o meu irmão ao colo com 4 meses, e ele durante os dias seguintes chorou com sonos desregulados. Acreditam que a primeira coisa que essa avó disse quando viu a criança a dormir foi: "Posso pegar-lhe?". Resposta pronta: "Não!" Fui dormir a casa onde alimentei gatos de comida e mimos e escrevi aqui a novidade natalícia. Pouco dormi.

Dia 27
A mãe não dormiu quase nada. A criança precisou de consolo constante durante a noite, obrigando-a a pedir uma chucha que não queríamos usar. A Avó anteriormente referida falou comigo ao telefone efectuando mais alguns comentários que embora pacíficos para mim, se ela os ouvisse a reacção seria semelhante à do dia anterior. Disse à recem-mamã que ia falar qualquer coisa com a enfermeira e pirei-me para telefonar à avó. Acabei por dizer às 2 avós de uma forma muito sucinta que quando viesse fazer visitas vinham lá só para ver e ouvir. Mais nada. Comentários ficavam lá fora. Ali dentro era só para ver e ouvir.

Dia 28
Regresso a casa. Avisamos que no fim-de-semana não queríamos visitas e cumpriram. Correu muito bem. Estivemos bem organizados e demos conta do recado sozinhos. Ela no sábado não saiu do quarto. Saía da cama para a cadeira de amamentação ou para a casa de banho apenas. No Domingo obriguei-a a sair do quarto. Disse-lhe para ir ler os blogs à net, mas ela disse que não dava para levar o berço para escritório. Lembrei-a da alcofa portátil e lá foi... consegui tirá-la do quarto.

3 semanas seguintes
Tudo fiz menos dar de mamar. Gostei muito e cada vez que tinha de me ausentar era atacado por saudades da nossa pestezinha. Considerando a quantidade de fraldas que troquei acho que tive muita sorte. Apenas fui presenteado com 2 chichis de mangueira à solta prontamente debelados e um cocó "sui generis". Tinha ele o rabiosque assado e uns pedaços de cocó secos quando peço a ela para acender a luz de cima... pego noutra toalhita e nesse intervalo ele desata a borrar-se todo para o chão para o trocador. Pensamento rápido e coloquei a minha mão à frente do rabiosque dele para acabar com o espalhar desenfreado de fezes. Depois de tudo terminado limpo tudo e reparo que para juntar à festa, a peste ainda tinha mijado a própria cara... Tudo porque demorei mais tempo que o normal. Habitualmente mudo uma fralda (com despir e vestir roupa, cremes e toalhitas incluído) em menos de um minuto.

4ª semana
Nada fiz. Propositadamente. Aproximava-se o dia que ela iria ficar sozinha e era necessário que ela ganhasse experiência no assunto. Ajudei sempre que me foi pedido no entanto.

De volta ao trabalho
Muitas saudades da peste pocaião que só faz pocaía. Cansado com falta de ritmo de trabalho. comecei a trabalhar em horário nocturno com as manhãs livres o que me permitiu ver os primeiros sorrisos dele (Ele só costuma estar bem disposto de manhã). No dia 1 de Junho, Após a mamada matinal ela deitou a criança como era habitual na cama entre nós os dois. Desta vez não acordei, e ele começou a fazer uns: "ah!" até eu acordar. Abro os olhos e digo "Olá bebé!" e ele ri-se de boca toda aberta... No dia seguinte, sábado, a mesma dose mas eu ao telefone com a minha mãe a contar-lhe o episódio do dia anterior e ela diz ao telefone: "Mas ainda é muito cedo para ele fazer esses sons. Normalmente..." O nosso filhote interrompeu-a com os seus sonoros "ah's" só que desta vez fez muitos seguidos mostrando à avó (que ouviu tudo pelo telefone) que ela estava enganada!

Hoje
Já segura muito bem a cabeça e tem muita força nos braços e pernas para orgulho babado dos papás. Anseio pela hora de chegar a casa para estar com eles...
publicado por celta às 11:18

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